Governo do Distrito Federal
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25/05/18 às 16h41 - Atualizado em 30/10/18 às 12h27

Mais de 100 mil pessoas devem passar pela II edição da Campus Party no Estádio Nacional

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Foto: Campus Party Brasil

Brasília está pronta para receber a maior experiência de tecnologia do mundo. É a segunda vez que a capital sedia a Campus Party. Serão mais de 300 horas de programação em um festival que promete corridas de drones, realidade virtual, computadores de todos os tipos e internet de altíssima velocidade.

 

Mais de 100 mil pessoas são esperadas no evento que acontecerá entre os dias 27 de junho a 1º de julho, na área interna do Estádio Nacional Mané Garrincha. A ideia é proporcionar o melhor em inovação, criatividade, ciências, empreendedorismo e universo digital.

 

Os campuseiros contarão com uma internet de 20 gigas por segundo. Só para se ter uma ideia, com essa velocidade é possível baixar um filme do Netflix, por exemplo, em apenas 30 segundos.

 

Inovação é a palavra chave do evento. Para isso, serão realizadas diversas palestras e desafios com especialistas e jovens apaixonados por tecnologia de todas partes do país. A maioria dos participantes vem de outros Estados e vieram à Brasília somente para acompanhar a Campus Party.

 

O evento conta com o apoio do Governo de Brasília. O subsecretário de Programas Estratégicos, da SEDICT, Daniel Vieira Gurgel, explica que a Campus Party vai fomentar uma conexão entres as várias ilhas de inovação e tecnologia em Brasília. “A ideia é promover uma cultura empreendedora, estimulando, por exemplo, que os pais comecem a valorizar o que os filhos fazem, motivando o jovem a ingressar nessa carreira. Outra ideia é a de conectar todo um ecossistema de empreendedorismo de base tecnológica para falar a mesma língua”, define.

 

Organização

 

Foto: Campus Party Brasil

Na prática serão três ambientes: A área Open, a Arena e o camping. Na área Open, que concentra a maior parte da Campus Party, o visitante poderá interagir com diversas atividades lúdicas, entre simuladores, guerra de robôs e corridas de drones. O acesso a este espaço é totalmente gratuito.

 

Já a Arena é voltada ao público campuseiro, que nesta edição já conta mais de 3,5 mil inscritos. “São aquelas pessoas que já programam, trabalham com design, internet, ou seja, já possuem uma aproximação com o mundo digital mais intensa” explica Daniel.

 

Para entrar na Arena é preciso comprar ingressos. Eles variam de R$ 150 (sem camping) a R$ 230 (com camping individual), ambos para todos os dias.  Na Arena haverá palestras de diversos temas, workshops para produção de ferramentas tecnológicas e maratonas e desafios em que as pessoas criam soluções tecnológicas diversas, inclusive com impacto social. Nesta edição, um dos desafios é a criação de um aplicativo que possa melhorar a gestão na área de saúde. “A escala de médicos, por exemplo, é um dos itens que deverá ser trabalhado nesta plataforma tecnológica”, adiantou Daniel.

 

Esses desafios são conhecidos no evento como hackathons ou maratonas hacher. Neles, os participantes colocam a mão na massa e, a depender do grau de dificuldade, podem até concorrer a prêmios. Na edição passada da Campus, o desafio era quebrar o código de segurança de um Ford Fusion. O prêmio para quem vencesse era levar o carro para casa e ainda garantir um emprego na montadora. “O ganhador levou apenas um minuto e meio para vencer a competição e acabou dispensando a oportunidade de trabalho”, lembrou o subsecretário.

 

Acesse o portal para comprar ingressos e conferir a programação completa da Campus Party 2018.

 

Assista ao vídeo da última edição do evento realizada em 2017 no Centro de Convenções em Brasília.